Um talento musical

 

Haroldo Leite, de 55 anos, é o que se pode chamar de um talento musical. Há cinco anos trabalha no controle de qualidade da Lancaster e por saber tocar teclado, as vezes fica por conta dele a música nas festas de aniversário dos colegas.

Em 2001 ele deixou a banda em que tocava acordeon e passou a tocar na igreja e em encontros com os amigos. Haroldo aprendeu a tocar teclado sozinho, “Eu já nasci com isso no sangue, não sei ler partituras. Sei o que significam as notas, mas está tudo na cabeça”, explica. Ele pratica a música como terapia e acredita que para uma pessoa tocar bem, ela deve estar tranqüila e de bem com a vida.

O músico se sente valorizado na Lancaster e diz depois que a fábrica começou a dar palestras para os funcionários sobre bom relacionamento, ele percebeu um entrosamento melhor das equipes, “ao invés e criticar, a gente se ajuda”, comentou Haroldo, que valoriza essa amizade.

Hoje ele trabalha no segundo turno e sente que as pessoas se socializam mais depois de vê-lo tocar. A dúvida fica para saber quem vai ser o músico no seu aniversário, “Ah, acho que eu vou ser eu”, diz aos risos. Agora é esperar para ver se alguém se voluntária ou então, se ele vai ganhar um bolo maior.

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